• jun27

    GT Saúde da População LGBTI + é lançado na UNIFESP

    No dia 25 de junho de 2019, foi lançado na UNIFESP o GT Saúde da População LGBTI + da ABRASCO (Associação Brasileira de Saúde Coletiva).

    O Quereres foi parceiro na proposta que levou à criação do GT e seus coordenadores – Pedro Paulo Gomes Pereira e Richard Miskolci – são membros dele.

    O GT Saúde da População LGBTI+ surgiu da iniciativa de profissionais das Ciências Sociais e Humanas em Saúde especializados na temática e sintonizados com demandas sociais envolvendo este segmento cujo direito à saúde integral está longe de ser alcançado. Objetiva incentivar e articular iniciativas de pesquisa que permitam ampliar e aprofundar a coleta de dados empíricos sobre os problemas de saúde que mais atingem lésbicas, gays, bissexuais, travestis, pessoas trans, intersex e outrxs.

    O evento de lançamento contou com mesas com a participação dos coordenadores do GT Marcos Signorelli (UFPR) e Daniel Canavese (UFRGS), além de Mauricio Polidoro e Rodrigo Moretti.

    Também participaram Maria Amélia Veras e Ariadne Ribeiro.

    A mesa de abertura contou com a coordenação do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UNIFESP e da PROEC-UNIFESP.

    Mais detalhes sobre o GT podem ser encontrados no seguinte link do site da ABRASCO:

    https://www.abrasco.org.br/site/outras-noticias/institucional/saude-da-populacao-lgbti/39230/

    Abaixo um registro do final do evento.

    Lançamento GT Saúde da População LGBTI + da ABRASCO na UNIFESP 25/06/19

     

     

     

  • jun12

    Lançamento do Debate Educação e Saúde em Disputa e do GT Saúde da Pop LGBTI

    No próximo dia 25/06/19, às 9h da manhã, será lançado o debate Educação e Saúde em Disputa: movimentos anti-igualitários e políticas públicas da revista Interface – Comunicação, Saúde, Educação.

    Organizado por Richard Miskolci e Pedro Paulo Gomes Pereira, o debate é aberto por um artigo dos coordenadores do Quereres, ao qual se seguem discussões de Mario Pecheny (Univ. de Buenos Aires), Keila Deslandes (UFOP), Wandeson Flor do Nascimento (UnB) e Luma Nogueira de Andrade (Unilab) e, por fim, a réplica de Miskolci e Pereira.

    Também será lançado o GT Saúde da População LGBTI+ da ABRASCO, iniciativa coletiva que contou com o apoio do Quereres.

    O evento acontecerá no Campus São Paulo da UNIFESP, na Vila Clementino, com fácil acesso pelo Metrô Hospital São Paulo (linha lilás).

    Auditório Nylceo Marques de Castro (Anf. C) do Edifício Octávio de Carvalho.

    Abaixo o vídeo-convite do evento com a composição das mesas/participantes:

     

  • maio28

    Lançamento de “Queer in the Tropics” na UNIFESP

    No dia 15 de maio de 2019, dia de luta pela educação no Brasil, Pedro Paulo Gomes Pereira deu aula pública na UNIFESP sobre seu novo livro: Queer in the tropics – Gender and Sexuality in the Global South.

    O evento também marcou o lançamento do livro no Brasil contando com a presença da coordenação do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UNIFESP, da pró-reitoria de extensão e cultura, estudantes e interessadxs nos temas.

    Com prefácios de Judith Butler e Richard Miskolci, a obra consolida mais de 20 anos de pesquisas de Gomes Pereira sobre saúde, gênero e sexualidade no Brasil, com especial atenção aos itinerários de saúde alternativos de portadores do HIV e travestis.

    Veja os detalhes do livro no site da Springer clicando aqui

    Veja algumas fotos do evento:

    Richard Miskolci e Pedro Paulo Gomes Pereira

    Pedro Paulo Gomes Pereira

     

  • jul27

    Assista a palestra de Richard Miskolci no Congresso Mundial de Sociologia

    O coordenador do Quereres apresentou sua palestra “The moral crusade on gender ideology: alliances against sexual and reprodutive rights in Latin America” na plenária sobre Gender and Intersecctional Violence do Congresso Mundia de Sociologia (Toronto, 18 de julho de 2018).

    Veja o vídeo clicando aqui

  • jul14

    Carta do Quereres sobre o projeto de lei Escola sem Partido

    Por uma escola democrática, plural e inclusiva

     

    Excelentíssimos deputados, Excelentíssimas deputadas,

     

    Levamos anos para conquistar o Estado democrático no Brasil e alcançarmos nas escolas do País a liberdade de cátedra e a formação crítica dos alunos. O que está em jogo na votação de hoje ameaça essas conquistas recentes.

    Nós, docentes de universidades públicas federais e estaduais, temos claro que não são interesses por uma educação mais cidadã e inclusiva que está em pauta quando se propõe um projeto como o “Escola sem Partido”, mas oportunismos eleitoreiros que visam angariar simpatia e votos por meio de difusão simplistas sobre os “valores” que pretendem defender, imputando a professoras e professores a pecha de corruptores mal-intencionados, interessados em arregimentar estudantes para suas causas políticas.

    Os defensores do “Escola sem Partido” não têm histórico de lutar pela expansão do ensino, por sua universalização, tampouco pela melhora de sua qualidade. Não lutam contra os baixos salários de nossos educadores, a baixa dotação orçamentária para a construção e manutenção de escolas, as dificuldades de formar e atrair profissionais cada vez melhor qualificados para ministrar as disciplinas de ciências, assim como o contínuo aperfeiçoamento para formar cidadãos críticos sobre a realidade social e política em que se inserem. Suas preocupações são com o que chamam de “doutrinação ideológica”, isto é, as discussões sobre Direitos Humanos, a reflexão crítica sobre desigualdades sociais, como são produzidas e mantidas, sejam os abismos que separam as classes sociais, as iniquidades de gênero, as discriminações baseadas em raça e etnia ou motivadas por orientação sexual.

    Os defensores do controle dos educadores e cerceamento de sua atuação na verdade querem que suas próprias perspectivas políticas e valores não sejam motivo de reflexão e possível questionamento. Projetos de lei e movimentos que buscam cercear e delimitar a atuação docente, restringindo a formação à suposta incorporação de conteúdos “neutros”, buscam impor sua visão de mundo como verdade inquestionável. Uma visão de mundo em que mulheres são complementares – e não iguais – aos homens, em que há apenas uma orientação sexual e um modelo de vivenciar o gênero. Trata-se de uma perspectiva não apenas unidimensional e estreita da realidade, mas sobretudo autoritária.

    A escola não está separada da sociedade, nem detém o poder absoluto da formação dos cidadãos e cidadãs do futuro. Não é razoável propor que a escola impeça que temas fundamentais à vida em uma sociedade democrática entrem na relação ensino-aprendizagem.

    Agora, em meados de 2018, o projeto de lei “Escola sem Partido” avança na Câmara dos Deputados a despeito das críticas vindas de efetivos conhecedores da área educacional e cidadãos que reconhecem nele o germe do autoritarismo e os interesses de impor “seu partido”, suas convicções nas políticas educacionais. Por que não foi engavetado ou, mesmo recusado, pairando como uma ameaça à educação, aos educadores e à própria democracia brasileira? A quem, de fato, interessa silenciar professoras e professores em sala de aula? Grupos cuja atuação, ao menos até o momento, só conseguiram angariar seguidores em redes sociais e manifestar-se nas câmaras legislativas, mas nunca foram capazes de levar às ruas um número expressivo de apoiadores para uma causa que qualquer pessoa minimamente informada e de bom senso desistirá de apoiar.

    É imprescindível que aqueles e aquelas que foram eleitos/as como representantes da população prezem pelos direitos à Educação. Entre eles, os princípios constitucionais de liberdade: liberdade de ensinar, de aprender, pesquisar e divulgar o pensamento e trabalhar pelo pluralismo de ideias e concepções. Sublinhamos, por fim, que a aprovação de um projeto de lei como o Escola sem Partido contradiz princípios legais como os expressos no artigo 206 de nossa Constituição.

    Aqueles e aquelas que votarem de forma favorável ao projeto em questão estarão, de fato, defendendo uma perspectiva unidimensional sobre a realidade nas escolas e, ao contrário do que querem nos fazer crer, estarão assegurando antigos privilégios ao invés de contribuírem para a promoção de direitos. Estarão perpetuando desigualdades e contribuindo para que o obscurantismo político retorne a nosso País.

    Assinam pesquisadoras e pesquisadores do Quereres – Núcleo de Pesquisa em Diferenças, Diretos Humanos e Saúde

    Anna Paula Vencato – UFMG
    Berenice Bento – UnB
    Estevão Fernandes – UNIR
    Fernando de F. Balieiro – UFSM
    Jorge Leite Júnior – UFSCar
    Larissa Pelúcio – UNESP
    Pedro Paulo Gomes Pereira – UNIFESP
    Richard Miskolci – UNIFESP
    Tiago Duque – UFMS

  • jun25

    Prefácio de Richard Miskolci a “Carmen Miranda entre os desejos de duas nações”

    Já está à venda o livro Carmen Miranda entre os desejos de duas nações de Fernando de Figueiredo Balieiro. A obra integra a Annablume Queer.

    O pesquisador do Quereres e professor de Sociologia da Universidade Federal de Santa Maria analisa a trajetória da performer brasileira em suas ambivalências nesta obra que resultou de sua tese de doutorado.

    Leia o prefácio de Richard Miskolci ao livro de Balieiro no Ponto Q, o blog do Quereres clicando aqui

  • jun11

    Online na revista “cadernos pagu” o debate Quem tem medo de Judith Butler?

    Está online na cadernos pagu (n.53, 2018) o Debate “Quem tem medo de Judith Butler? A cruzada moral contra os direitos humanos no Brasil”.

    Pedro Paulo Gomes Pereira e Richard Miskolci são os organizadores da publicação que se originou do evento de mesmo nome ocorrido na UNIFESP em dezembro de 2017 para discutir o contexto que culminou na perseguição à filósofa em nosso país.

    Contando com apresentação e sete artigos, o Debate começa com um histórico das polêmicas sobre o gênero feito por Sônia Corrêa, ao qual se segue a análise de Richard Miskolci sobre a aliança de grupos de interesse religiosos e laicos na criação da cruzada moral contra os direitos sexuais e reprodutivos. A seguir, Ingrid Cyfer analisa a perseguição a Butler à luz de suas teorias sobre o reconhecimento. Berenice Bento discute as políticas de fazer viver e deixar morrer em nosso país. Fernando de Figueiredo Balieiro identifica a construção da imagem da criança sob ameaça, estratégia dos empreendedores morais na perseguição a educadores/as, intelectuais e artistas. Por fim, Raphael Neves discute como esse contexto mostra a emergência de um novo populismo.

    Boa Leitura!

    O Debate pode ser acessado aqui

  • maio29

    Veja alguns momentos do lançamento do Quereres na UNIFESP

    O lançamento do Quereres – Núcleo de Pesquisa em Diferenças, Direitos Humanos e Saúde na UNIFESP ocorreu na tarde desta Terça-Feira, 13h30, no Auditório Leitão da Cunha da Escola Paulista de Medicina.

    A mesa de abertura contou a presença da pró-reitora de extensão e cultura, a coordenadora de direitos humanos da PROEC, a representante do Departamento de Medicina Preventiva e da coordenação da Pós-Graduação em Saúde Coletiva, onde está alocado o núcleo na EPM.

    Em seguida, Richard Miskolci apresentou o núcleo, depois foi exibido um vídeo de Larissa Pelúcio contanto um pouco da história do Quereres entre 2004 a 2018 e, por fim, Pedro Paulo Gomes Pereira explicou os planos para esta nova fase na UNIFESP.

    Abaixo alguns dos momentos do encontro que ocorreu em parceria com o Núcleo Trans da UNIFESP.

    Pedro Paulo Gomes Pereira fala sobre o evento Quem tem medo de Judith Butler? e a seção Debate que sai no número 53 (maio/2018) na revista “cadernos pagu’

     

     

     

    O público prestigiou o lançamento mesmo em meio às consequências da paralização dos caminhoneiros em seu nono dia

     

     

     

     

    A mesa de abertura mencionada acima

     

     

     

     

    Richard Miskolci e Pedro Paulo Gomes Pereira,

    os coordenadores do Quereres

  • abr14

    Quem tem medo de Judith Butler? As cruzadas contra os direitos humanos no Brasil

    O vídeo completo do evento “Quem tem medo de Judith Butler? As cruzadas morais contra os direitos humanos no Brasil” ocorrido na UNIFESP em 08 de dezembro de 2018 está online no canal da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UNIFESP.

    O evento deu origem a uma seção de debates na revista “cadernos pagu” da UNICAMP, a qual será publicada em sua edição de maio de 2018 e ficará disponível online no Scielo (para acessá-la clique aqui).

    A apresentação e seis do sete artigos que a compõem estarão disponíveis em português e inglês.

    Você pode assistir o evento completo clicando no vídeo abaixo ou, a partir do menu abaixo, escolher qual das palestras quer assistir.

    Apresentação – Magnus Silva (Unifesp) (2:27)

    Mesa de Abertura – Ingrid Cyfer (Unifesp), Sílvio Rosa (Unifesp) e Débora Galvani (Unifesp)

    Primeira Mesa:

    (16:08) “A Onda Quebrada – evangélicos e conservadorismo” – Ronaldo de Almeida (Unicamp)

    (37:50) “Joga Pedra na Judith: discursos de ódio e populismo” – Raphael Neves (Unifesp)

    (54:58) “A Bruxa está Solta: o ódio como medo da liberdade” – Ingrid Cyfer (Unifesp)

    (1:17:11) Perguntas

    Segunda Mesa:

    (1:41:09) “Dissipando Fantasmas: a política do medo da ‘ideologia de gênero’” – Richard Miskolci (Unifesp)

    (2:07:56) “Necrobiopoder: quem pode habitar o Estado-Nação?” – Berenice Bento (UnB)

    (2:32:15) “Judith Butler e a Pomba-Gira” – Pedro Paulo Pereira (Unifesp)

    (2:52:34) Perguntas

  • abr09

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